SALUD INFANTIL

AS 5 RAZÕES PELAS QUAIS A ALMOFADA DO TEU FILHO LHE ESTÁ A DEFORMAR A CARA SEM QUE TE APERCEBAS

Cada noite, a cara do teu filho está a deformar-se um pouco mais. E não é o que te disseram. Não é a genética. Não é a idade. É a almofada sobre a qual dorme.

Se cumprir estas 5 coisas que te vou explicar agora, cada noite que passa a dormir sobre ela a sua cara está a mudar de forma — e muito em breve vais poder vê-lo tu também, com o susto no corpo, a comparar fotos.

Isto é o que lhe está a fazer:

Criança a dormir com a cabeça empurrada para a frente sobre uma almofada normal

1. Impõe-lhe uma postura que lhe abre a boca

O teu filho dorme sobre uma almofada «normal». Uma almofada que não está desenhada para lhe regular a postura — só para lhe acolchoar a cabeça. E sem se dar conta, cada noite a almofada vai-lhe impondo a única postura que ela sabe impor: a cabeça empurrada para a frente e o queixo afundado no peito.

Nessa postura, a via respiratória dobra-se-lhe como uma palhinha. Pelo nariz já não lhe entra ar suficiente, portanto o corpo dele faz a única coisa que pode fazer para continuar a respirar: abre a boca.

Não a abre por hábito. Abre-a porque a almofada o obriga.

E o que tem de mal dormir de boca aberta? Tudo. Com a boca aberta, a língua cai-lhe do palato. E a língua é o que dá forma à cara desde dentro: apoiada em cima, alarga o palato e a mandíbula cresce para a frente, no seu sítio. Caída em baixo, o palato estreita-se, os dentes montam-se uns sobre os outros e a mandíbula fica para trás.

Dez horas cada noite. A cara a moldar-se na direção errada enquanto o teu filho dorme, sem que ele se dê conta e sem que tu possas fazer nada — porque o problema não está na cara dele, está debaixo da cabeça.

Almofada de adulto demasiado alta para uma criança comparada com almofada infantil que se afunda

2. Não tem a altura de uma criança — e ainda por cima afunda-se

A almofada que o teu filho tem em casa é uma almofada padrão. E as almofadas padrão são desenhadas para adultos — não têm a altura adequada para uma criança. São demasiado altas para eles, mesmo que pareça que não. E além disso são maleáveis: deformam-se com o peso, mudam de forma conforme a criança se mexe, não mantêm a postura nem cinco minutos seguidos.

A criança apoia a cabeça e, como a almofada lhe fica alta, obriga-a a deitá-la para trás para a poder apoiar — e com a cabeça assim, o queixo levanta-se-lhe e a boca abre-se-lhe. E ainda por cima, como a almofada é maleável, vai-se deformando ao longo da noite: cada vez que se vira, a cabeça acaba num sítio diferente e sempre numa postura em que não devia estar.

Uma almofada que se deforma não pode evitar que se deforme a cara do teu filho — é literalmente o ambiente mais propício para que se deforme. Por dois motivos: um, porque lhe mantém a cabeça numa postura que lhe desalinha o pescoço toda a noite. E dois, porque nessa postura não lhe entra ar suficiente pelo nariz e obriga-o, sim ou sim, a respirar pela boca. E já sabes o que faz a boca aberta durante dez horas — cara comprida, palato estreito, mandíbula para trás.

E as almofadas «de criança»? Igual. Sim, é verdade que são um pouco mais baixinhas — mas têm exatamente o mesmo problema: são igual de maleáveis, afundam-se igual, e também não estão desenhadas para lhe manter a postura. São almofadas de adulto em ponto pequeno. E ao teu filho, dormir sobre elas faz-lhe exatamente o mesmo dano.

Criança a mexer-se durante a noite e a cabeça a deslizar numa almofada plana

3. Não tem nenhuma reentrância que lhe coloque a cabeça no sítio

As crianças mexem-se a dormir. A noite toda. E para que uma criança mantenha a postura enquanto se mexe, tem de haver algo na almofada que a mantenha por ela — porque ela, a dormir, não o vai fazer.

As almofadas normais não têm nada disso. São planas e pronto. Por isso, assim que o teu filho se vira, a cabeça desliza-lhe e cai onde não deve: adiantada, com o queixo ao peito, a boca aberta e a postura toda desalinhada.

Para que a postura lhe aguente toda a noite, vire-se o que se virar, a almofada precisa de ter uma reentrância especificamente desenhada para isso. Especificamente, porquê?

Por dois motivos.

Um: tem de ser uma reentrância que seja confortável para a criança e não a incomode — porque se a incomoda, em duas noites está a dormir no sofá e a almofada fica para o gato.

E dois: tem de cumprir a sua função real — recolher a cabeça cada vez que se mexe e devolvê-la à posição correta, alinhada com o corpo. Sem exigir nada à criança, sem que ela tenha de fazer nada, sem sequer se aperceber.

Uma almofada plana não cumpre nenhuma das duas. Confortável talvez, mas não lhe mantém a postura nem cinco minutos. E uma almofada com uma reentrância qualquer — mal calculada, demasiado marcada, demasiado dura — incomoda-a e ela não a quer.

É preciso as duas coisas ao mesmo tempo. E nenhuma almofada do supermercado as tem.

Criança de boca aberta também durante o dia por hábito respiratório instalado

4. Essa boca aberta está a remodelar-lhe a cara — o dia todo

Tudo o que te contei até aqui — a almofada má, a postura torta, a boca que se lhe abre — desagua numa única coisa: o teu filho está a dormir 10 horas cada noite com a boca aberta. E isso, como já vimos, está a estreitar-lhe o palato, a empurrar-lhe a mandíbula para trás e a alongar-lhe a cara.

Mas aqui vem o que quase ninguém te conta: não é só enquanto dorme.

Porque quando o palato se lhe estreita e as narinas se estreitam com ele, respirar pelo nariz deixa de ser fácil também DE DIA. E a criança começa a respirar pela boca a toda a hora. A brincar no parque. Na aula. A ver televisão. Os 365 dias do ano, as 24 horas do dia.

Agora a almofada já não lhe está a deformar a cara só 10 horas. Está a deformá-la as 24. Porque lhe instalou um hábito respiratório que fica para sempre, e esse hábito continua a moldar-lhe a cara em cada minuto em que respira mal — ou seja, todos.

E é aí que vem mesmo a mudança significativa e finalmente a notas. E já não é só o «que estranho vejo o meu filho» — é aí que pensas «como pude deixar chegar a este ponto sem me aperceber?». Mas nessa altura já é tarde demais: já se lhe desenvolveu a cara de andar sempre meio a dormir, meio apagado. Os especialistas descrevem-na sempre da mesma forma: rosto comprido, boca aberta, olheiras fundas.

E não acontece a quatro crianças raras: está a acontecer a mais de 1 em cada 3 crianças em Portugal. Cada noite, um pouco mais. Cada dia, um pouco mais. Milímetro a milímetro, sem se notar.

Até que um dia olhas para ele e já não reconheces a cara com que nasceu.

Janela de desenvolvimento facial a fechar-se com a idade da criança

5. E está a acontecer dentro de uma janela que não volta a abrir-se

Os ossos da cara de uma criança são moles e estão a crescer. Por isso se deformam tão facilmente... e por isso se corrigem tão facilmente, se chegares a tempo.

60% do desenvolvimento facial fixa-se antes dos 6 anos. E a janela principal fecha-se por volta dos 9.

A partir daí, arranjar isto já não custa 40€. São anos de aparelhos, tratamentos de milhares de euros e, nos casos que chegam tarde, uma cirurgia ortognática que no privado passa dos €10.000 — onde têm de partir e recolocar o osso ao teu filho para arranjar o que a almofada lhe fez durante anos. E pelo SNS, só a consulta de cirurgia maxilofacial já leva um ou dois anos de espera — com a cara a continuar a deformar-se enquanto esperam.

Ou fica com essa cara para sempre, ou acaba a gastar milhares de euros a arranjá-la.

E já nem é só a questão estética, com uma cara desproporcionada que nem é a dele. É que com a cara deformada, o palato estreito e a mandíbula para trás, o teu filho não consegue respirar bem — nem acordado nem a dormir. Vai mastigar mal. Vai ressonar toda a vida. Vai levantar-se cansado aos 30 tal como se levanta cansado agora. As coisas que faz centenas de vezes por dia — comer, respirar, dormir — a tornarem-se incómodas para sempre.

E cada noite que passa naquela almofada, está um pouco mais perto disso.

Cada noite que o teu filho dorme de boca aberta, essa janela fecha-se um pouco mais. E o pior é que se fecha em silêncio: sem avisar, sem doer, sem que ninguém te diga nada.

Até que um dia já está fechada. E já não importa o que faças.

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Porque é que cada vez mais famílias confiam na Dormidito Ergonomic

A postura corrige-se sozinha cada noite — sem aparelhos, sem exercícios, sem que ele tenha de fazer nada

Travas a deformação enquanto estás a tempo — antes de a janela se fechar e chegarem os aparelhos, os tratamentos ou algo pior

Acabam-se o ressonar e as noites agitadas: descansa até 4 vezes melhor

Deixa de amanhecer esgotado, com a boca seca e de mau humor

Serve-lhe durante anos: altura regulável, dos 2 aos 14

Risco zero: pagas ao recebê-la em casa e tens 60 noites de garantia

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Lê o que dizem as famílias que já experimentaram a Dormidito Ergonomic:

Manuela P.

✓ Verificado

"Eu notava a cara do meu filho como diferente, mas não sabia dizer o quê. Um dia, a ver fotos do telemóvel de há dois anos, fiquei gelada, não parecia o mesmo. Em casa diziam-me que eram coisas minhas, que estava a crescer. Mas é que ainda por cima dormia todas as noites de boca aberta e ressonava, com 6 anos. Comprei a almofada por experimentar, que também não era assim tão cara. Pois ao fim de uma semana já dormia com a boquinha fechada, sem fazer nada. E há uns dias a mãe de uma amiguinha da escola disse-me «que bonito se está a pôr o teu filho». Quase chorei, a sério"

Rosa S.

✓ Verificada

"O meu filho foi operado às vegetações aos 5 anos. A operação correu bem, mas ao fim de uns meses continuava igual: a ressonar e a dormir de boca aberta. No hospital diziam-nos que era normal, que era só ter paciência, mas ninguém nos explicava porquê. Quando li isto da postura e da língua fez-me todo o sentido, era a única coisa que nos dava uma explicação. Pedimo-la e em poucas noites começou a dormir de boca fechada. Já não ressona nada. A operação era necessária, isso em primeiro lugar — mas isto era a peça que nos faltava e ninguém nos tinha dito."

Antonio P.

✓ Verificada

"Na revisão, a dentista disse-nos que o palato se lhe estava a ficar estreito e falou-nos em pôr-lhe um disjuntor palatino. Só para começar eram mais de €1.000, e depois o que viesse. A mim o que me convenceu desta almofada foi explicarem o porquê: que se dorme de boca aberta, a língua não faz o seu trabalho. Enfim, experimentámo-la antes de avançar para o aparelho. Na revisão seguinte a dentista notou que já respirava pelo nariz e que aquilo não tinha avançado mais, e decidiu esperar com o disjuntor. Até hoje continuamos sem aparelho. Só por isso já saiu grátis mil vezes."

Não esperes até ser demasiado tarde e acabar a precisar de uma cirurgia ortognática

Porque isto tudo é o que se acaba assim que lhe corrigires a postura ao dormir com a Dormidito Ergonomic:

- Acabou-se o ressonar que se ouve da sala.

- Acabou-se o cerco de baba na fronha cada manhã.

- Acabou-se levantar-se a pedir água, com a boca seca e o humor torcido.

- Acabou-se vê-lo arrastar-se pelas manhãs depois de 10 horas de cama.

- Acabou-se olhar-lhe o perfil de esguelha com aquele nó no estómago.

- E acabou-se compará-lo com as fotos de há dois anos com o susto no corpo.

E isto tudo custa menos de 40€. €39,99. Menos que um jantar para dois.

Pede-la hoje, chega-te a casa em 24-48 horas e pagas em mão ao carteiro. Em dinheiro, totalmente seguro. Sem adiantar nada. Sem meter o cartão em página nenhuma.

E com 60 noites de garantia certificada: se em dois meses não o vires a dormir de boca fechada, sem ressonar e a descansar a sério, ligas com o teu código de garantia e devolvem-te o dinheiro em menos de dois dias. Sem perguntas esquisitas.

Ou seja: não tens literalmente nada a perder.

E muitíssimo a ganhar.

Ou diz-me tu quanto vale o sorriso do teu filho? Vê-lo descansar como merece. Vê-lo e poder dizer-lhe «que bonito está».

Bem, sim. Há uma coisa que podes mesmo perder: mais de €10.000. Se deixares passar isto, e o teu filho — mais cedo ou mais tarde, mesmo que agora te pareça que a ele não lhe vai acontecer — acabar a precisar dessa cirurgia ortognática.

Tu decides.

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Perguntas? 
Temos as respostas

Por que não me serve qualquer almofada de crianças, ou uma almofada baixa?

Porque o problema não é só a altura. As almofadas «para crianças» costumam ser fofinhas, tipo nuvem: a criança apoia a cabeça, afunda-se, e a cabeça acaba por cair na mesma onde não deve — com a via dobrada e a boca aberta outra vez. 

 

E uma almofada baixa normal também não sujeita: assim que a criança se mexe, a cabeça desliza e volta à postura má. 

 

Para que durma de boca fechada fazem falta as três coisas ao mesmo tempo: a altura exata, uma reentrância que mantenha a cabeça no sítio toda a noite, e firmeza por dentro para não se afundar. 

 

A Dormidito é a única pensada para cumprir as três.

Para que idades funciona e até que idade serve?

Funciona para crianças dos 2 aos 12 anos. 

 

E como a altura é regulável, adapta-se a cada criança e continua a servir à medida que cresce — não lhe fica pequena no ano seguinte. Isso sim: quanto antes, melhor. 

 

Quanto mais pequena for a criança, mais mole tem a cara e mais margem há para que se forme bem. 

 

Aos 10 serve, mas aos 5 a mudança é bem mais rápida. Cada ano que passa, a janela fica um pouco mais curta.

É confortável? Costuma agradar às crianças? A reentrância não incomoda?

Sim, e é uma das coisas que mais se repete nas avaliações: que a criança se afeiçoou a ela logo. 

 

Por fora é macia, fofinha e com um design adorável, por isso para ele é simplesmente uma almofada nova e gira — nem sabe que lhe está a fechar a boca nem que lhe está a colocar a cabeça. 

 

A maioria adapta-se em duas ou três noites, e muitos acabam por não querer dormir sem ela. E se o teu filho for a exceção, tens 60 noites de garantia. Sem risco por experimentar.

O meu filho mexe-se muitíssimo a dormir, dá mil voltas. Vai funcionar-lhe na mesma?

Sim — e de facto, as crianças que mais se mexem são as que mais precisam dela. 

 

Pensa nisto: se dá mil voltas, passa a noite inteira a recolocar-se sobre uma almofada que lhe põe a cabeça onde não deve, vezes sem conta.

 

 A reentrância da Dormidito faz precisamente o contrário: cada vez que o teu filho se vira e volta a apoiar a cabeça, recolhe-a e recoloca-a na postura que o deixa respirar pelo nariz. Mexa-se o que se mexer. 

 

E há outra coisa que muitas mães nos contam: que com a Dormidito o filho se mexe bastante menos. Tem a sua explicação — boa parte dessas voltas eram os microdespertares de passar a noite a lutar pelo ar.

 

 Quando finalmente respira bem, o corpo fica tranquilo.

Quanto tempo demora a notarem-se os resultados?

A primeira coisa que vais notar é a boca: nas primeiras noites já a tem fechada cada vez mais tempo, e numa ou duas semanas é o normal quando entras a vê-lo.

 

Com isso, o ressonar baixa até desaparecer e a fronha amanhece seca. Ao fim de um mês notas de dia: levanta-se com energia e melhor humor, porque finalmente descansa a sério. 

 

E a cara? Essa vai mais devagar — é crescimento, e o crescimento leva o seu tempo. Mas desde a primeira noite de boca fechada, deixa de piorar e começa a formar-se bem. 

 

Por isso damos exatamente 60 noites de garantia sobre o que podes mesmo comprovar com os teus olhos: se em dois meses não vires que dorme de boca fechada, que deixou de ressonar e que descansa melhor, devolvemos-te o dinheiro.

O meu filho já tem 10 ou 11 anos... Chego tarde?

Não. Tarde será quando a cara dele terminar de se formar — e isso não acontece antes dos 12.

 

 Se estás a ler isto, o mais provável é que ainda haja janela. Agora bem, aos 10 ou 11 a janela é mais curta do que aos 5, por isso cada semana conta a dobrar: não é motivo para desistir, é motivo para começar já esta noite. 

 

E há outra coisa: mesmo que o teu filho esteja mesmo no limite, dormir de boca fechada vai-lhe melhorar o ressonar, o descanso e as manhãs a qualquer idade. Isso nunca caduca.