SALUD LUMBAR

fisios especializados confessam; esta é a verdadeira razão pela qual a tua ciática continua a rebentar-te depois de anos de comprimidos

¿Disseram-te que é a hérnia, que é crónica, e que a única saída é operares-te ou aprender a viver com isto?

 

Não é culpa tua. É que nenhum tratamento chegou aonde se encontra realmente mais de 80% do problema.

 

Por isso lê isto antes de continuares a sofrer ou de acabares por aceitar o bloco operatório.

Manuela Ferreira

Quatro anos a sofrer as picadas e a dor infernal da ciática até que um fisio especializado me contou algo que mudou tudo.

Sejamos honestos — não há nada mais desesperante do que gastar centenas de euros em fisioterapia, caixas de comprimidos, almofadas especiais e coisas dessas, e ainda assim a ciática continuar a doer.


Que todas as manhãs tenhas de estar dez minutos à espera para te poderes levantar da cama sem tanta dor, que quase a cada saída do carro uma picada te sacuda a perna,

 

Ou acordares quase todas as noites às 3 da manhã com a anca a arder, tudo isso enquanto fazes o que o médico te diz sente-se como uma batalha que não podes ganhar.


E o pior não é só a dor. O pior é desistir. Ver os teus netos a brincar do banco, e não conseguires levantar-te para brincar com eles, ter de arranjar desculpas para não sair a caminhar, ou olhares-te ao espelho e sentires que já não és a mesma.

 

Aliás, é normal a tua frustração, porque em média;

os portugueses com ciática gastam mais de 2.000€ por ano em tratamentos que não lhes tiram a dor

Faz tu mesmo as contas, porque provavelmente vai dar-te parecido.

 

- A sessão de fisioterapia particular: entre 35€ e 45€ — e mandam-te duas por semana.

 

- As caixas de comprimidos: as saquetas brancas e laranja do Aulin e o protector de estômago que já vai com elas de série.

 

- Depois a faixa lombar, o colchão novo "que talvez fosse isso", a manta térmica elétrica que te tira a dor um bocado mas que te torna dependente dela, ou a consulta particular do ortopedista para não esperares meses com a lista do SNS para que te digam o que já te tinham dito — "que é crónico, e que é preciso aprender a viver com isto".

 

Quando somas tudo, o doente médio com ciática crónica em Portugal fica entre 2.000€ e 4.000€ por ano. E continua com dor.


Mas o dinheiro não é o pior.
 

O pior é o que cada uma dessas coisas te está a fazer enquanto não te cura:

 

- Cada Aulin (esse anti-inflamatório que te dão em saquetas) que tomas passa pelo estômago e pelo fígado a danificá-los, por isso acabas a precisar de um protector para o poderes tomar (o omeprazol) — literalmente um medicamento para aguentar o outro.*

 

- Cada consulta particular que acaba igual: olham a tua ressonância, apontam-te a hérnia, e mandam-te para casa com a mesma receita e a mesma frase — anti-inflamatórios, repouso, e aprender a viver com isto. Noventa e cinco euros para ouvires outra vez o mesmo beco sem saída.*


E as sessões de fisio que te aliviam os dias que vais — mas que às horas ou dias a dor volta porque na verdade não corrigiram o problema que na verdade vem de dentro.


Por outras palavras: cada solução que experimentaste falhou porque na verdade deixou intacto o verdadeiro culpado, basicamente atirar euros para o lixo.
 

E isto nem sequer é o problema principal, continua a ler porque vais descobrir uma coisa que vai enfurecer muita gente do sector.
 

um fisio especializado revela o que a indústria da dor de costas não quer que saibas

O Julião leva vinte e oito anos a trabalhar costas. Começou como fisioterapeuta geral, a atender de tudo — mas cedo apercebeu-se de que havia um doente que se repetia na marquesa mais do que qualquer outro.

 

O da ciática.


E acontecia-lhe uma coisa que lhe custava admitir. Cada semana via-os entrar a coxear, trabalhava-os, saíam melhor, mas...

 

Aos sete dias voltavam a ligar. Com a mesma dor. Outra vez a picada pela perna. 

 

Outra vez os dez minutos de manhã para se conseguirem levantar. Outra vez o "à noite arde-me a dor".

 

Aliviava as pessoas. Mas não lhes tirava.

 

"E eu via como saíam da consulta a agradecer-me com as melhores palavras, e na semana seguinte lá estavam outra vez, com a cara da primeira vez. Chegava um momento em que nem eu sabia o que dizer-lhes. 

 

Porque no fundo eu sabia que estava a fazer bem — o que me tinham ensinado, o que fazem todos os meus colegas. E mesmo assim não era suficiente. E aquilo não me deixava dormir."

 

Então parou. Deixou de aceitar doentes de outras patologias. Fechou a consulta durante três meses.

 

E pôs-se a estudar a ciática a fundo — a ler tudo o que se tinha publicado, a assistir a cursos, a falar com especialistas de outros países que estavam a obter resultados impressionantes com os seus doentes.


E foi isto que começou a contar quando finalmente entendeu o que levava vinte anos sem entender;

Revelou que;

 

"O problema não é a hérnia. A hérnia aparece na ressonância, sim. Mas há quase trinta anos que vejo doentes com hérnias enormes na imagem que quase não os incomodam, e doentes com hérnias pequenas que não conseguem sair do carro. Se a dor viesse só do disco, isto não batia certo. E leva a não bater certo a minha carreira toda."


"O verdadeiro culpado, na maioria das pessoas que sofrem de ciática, é um músculo. Um músculo profundo, do tamanho de um dedo, que está mesmo por cima do nervo ciático. 

 

Quando esse músculo se encurta depois de anos sentado, ou a conduzir, ou de pé oito horas, começa a apertar o nervo por dentro. Como uma pinça. E aí praticamente nada chega; 

Nem os comprimidos, que passam pelo estômago e vão ao sangue.

Nem a massagem do fisio, que fica na superfície.

Nem a infiltração, que vai à hérnia do disco.

Todos atacam o sítio errado. Por isso a dor acalma um bocado e volta. Volta sempre.


Depois de dizer isto, parou, como se lhe custasse dizer o seguinte, e continuou;
 

"E houve um doente que me acabou de abrir os olhos. Um homem de sessenta e tal, motorista de autocarros. Vinha com uma operação de artrodese lombar já reservada numa clínica, quase onze mil e quinhentos euros. 

 

A mulher tinha-o feito experimentar uma última coisa antes do bloco operatório. Pu-lo na marquesa e encontrei-lhe o músculo no primeiro minuto. Duro como uma pedra. 

 

Expliquei-lhe o que se passava e dei-lhe a solução que andava a testar. Ao mês cancelou a operação. Onze mil e quinhentos euros que não gastou, e umas costas que deixaram de o acordar à noite. 

 

Foi aí que percebi — levava anos a mandar ao circuito de sempre doentes por não lhes ter encontrado a verdadeira causa, o músculo."


Depois descreveu o circuito.

 

O ciclo em que qualquer português com ciática "crónica" leva décadas metido:

Primeiro comprimidos → depois pensos → depois a mantinha para tudo → depois fisioterapia → depois ressonância → pelo meio mais comprimidos → depois directo à consulta particular → daí à infiltração → e acabas no inferno da cirurgia

E depois de soltar isto ouvi pela primeira vez a frase que resume o que ninguém te tinha dito em nenhuma consulta de dez minutos:


80% da dor da ciática crónica não está no teu disco.

 

Está num músculo que as ressonâncias obviamente não medem, que os tratamentos orais (os comprimidos) não conseguem tocar, e do qual a maioria nem sequer te fala.

Mas para perceberes esses 80% que continuam a apertar, tens de compreender como funciona realmente a dor da tua ciática..

80% da tua ciática não está onde pensavas: está num músculo do tamanho de um dedo mindinho

Chama-se piriforme.

 

É um músculo pequeno, plano, em forma de pera, escondido na parte profunda do glúteo — debaixo de tudo o resto.

 

O seu trabalho é rodar a anca para fora quando caminhas ou giras. 

 

Um músculo estabilizador, quase esquecido pelo corpo quando funciona bem.

 

Mas o problema não é ele em si, é o que está mesmo debaixo.

O nervo ciático. O nervo mais grosso do teu corpo.

 

O responsável por te gerar a dor — a picada, o formigueiro, o pé que não responde de manhã. Passa mesmo por debaixo do piriforme. Em algumas pessoas até o atravessa.

 

E estarás a perguntar-te; o que tem este músculo a ver com o nervo?

 

O piriforme encurta-se e endurece, e assim aperta o nervo por dentro.

 

E essas beliscadelas é o que tu sentes.

 

É essa dor, é a picada eléctrica que te sobe pela perna quando levas um bocado de pé, e é o que te deixa sem poderes sair do carro ou a noite inteira a dar voltas sem conseguires dormir com o ardor.

 

Tudo isso não é só a hérnia, que te disseram que é crónica. É verdade que a hérnia está lá — que se assoma um pouco ao canal do nervo.

 

Mas por si só não te gera esta dor. Há pessoas com hérnias maiores do que a tua na ressonância sem sentir absolutamente nada. 

 

E há pessoas com a ressonância limpa que não conseguem sequer atar os sapatos.

 

O que verdadeiramente te gera a picada é esse músculo a maltratar o nervo.

Por isso os comprimidos não te funcionaram.

Por isso os cremes convencionais da farmácia não te funcionaram.

Por isso as sessões de fisio só te tiravam a dor um bocado e não te funcionaram.

Tudo ia ao sítio errado.

 

E então como se chega a esse músculo?

 

Pela única via que existe: de fora para dentro, atravessando a pele até à fibra profunda. É o único que solta o piriforme sem abrir ninguém.

 

E até há pouco, essa não era muito conhecida.

 

Até há muito pouco, porque foi o que o Julião descobriu, e que lhe conseguiu resultados exemplares a ele e aos seus doentes..

neuronex: a primeira fórmula tópica em portugal desenhada para chegar ao piriforme e soltar o nervo ciático por dentro

No Não é outro creme de farmácia. Não é um mentol de ginásio. 

 

Não é um anti-inflamatório em pomada que fica na pele.

 

É um gel transdérmico — isso significa que atravessa as camadas da pele e chega directamente ao tecido muscular profundo. 

 

Não passa pelo teu estômago. Não passa pelo teu fígado. Não se metaboliza. Não precisa de protector.

 

Vai directo ao que te causa a dor.

Três componentes a trabalhar ao mesmo tempo, para travar o problema:

 

Magnésio em grau terapêutico, na concentração usada em fisioterapia hospitalar — não nas quantidades diluídas dos cremes de farmácia. 

 

O magnésio é o mineral que relaxa o músculo. Todo o músculo. E quando chega directamente ao piriforme sem se diluir pelo caminho, actua onde nunca chegou nada do que tomaste por via oral.

 

Um composto de acção sobre o receptor do frio do nervo — o mecanismo que em anatomia se chama TRPM8. Sem entrar em tecnicismos: é o interruptor pelo qual o nervo ciático manda ao cérebro o sinal de dor. 

 

Quando esse interruptor se activa com este composto, o sinal atenua-se. Notas frescor, sim — mas por baixo do frescor está o nervo a deixar de gritar.

 

Árnica de montanha concentrada, para baixar a inflamação acumulada à volta da zona apertada. É o que trabalha o cenário onde o músculo e o nervo estiveram em guerra durante anos.

 

Os três ao mesmo tempo. Um só não chega. Os três, aplicados sobre o ponto exacto da pinça, duas vezes por dia, fazem o que nenhum comprimido, nenhum creme e nenhuma massagem tinham conseguido até agora:

que o músculo profundo solte o nervo e assim eliminar a dor.

 

Além disso o músculo habitua-se, portanto vai fazendo efeito no tempo até a dor se reduzir praticamente por completo.

 

É a fórmula que um fisioterapeuta especializado como o Julião recomenda — porque é o que tem estado a fazer e a conseguir resultados impactantes com os seus doentes.

 

Doentes a quem a dor da ciática não passava com nada, por isso deixamos-to aqui caso sejas um deles, para que lhe possas pôr fim;

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porque cada vez mais confiam no gel neuronex para eliminar a sua dor

Chega onde nenhum comprimido nem tratamento chega: ao músculo profundo do glúteo. Directo. Sem se diluir pelo caminho, sem passar pelo estômago, sem perder força no trajecto. O sítio que em vinte anos de tratamentos ninguém te tinha tocado.

 


Três acções sobre o mesmo problema, ao mesmo tempo:
magnésio que solta o músculo, composto que atenua o sinal do nervo, árnica que desinflama a zona. Os três juntos trabalham para eliminar a tua dor de ciática.

 


Dois minutos de manhã, dois à noite: aplica-se sobre o glúteo — o sítio do piriforme — e massaja-se uns segundos. Não mancha. Não cheira. Não é preciso esperar deitada. Sais de casa sem sentir que o levas.

 


Pagas quando o tens na mão — com 60 dias de garantia: sem cartão por adiantado. Pedes, chega a tua casa, e pagas ao carteiro dos CTT em dinheiro. Ou por MB WAY, se preferires. Se não funcionar ou não te der os resultados que esperas, devolvem-te o dinheiro num prazo de 60 dias. Testas sem arriscares um cêntimo.

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60 dias

Apoio ao cliente 24 horas

lê o que dizem quem já experimentou:

Manuela P.

✓ Verificado

"A ciática estava a rebentar-me. Não conseguia andar mais de vinte minutos sem ter de parar. Sinceramente, ao princípio não acreditava, mas decidi experimentar. Ao terceiro dia comecei a notar que me levantava diferente da cama. Ao fim de uma semana já saía a andar e praticamente nem sentia a dor, e ao fim de um bocado também não me davam aquelas cãibras de estar muito tempo em pé. Havia anos que não me sentia assim, ainda bem que confiei"

Rosa S.

✓ Verificada

"Levava anos sem me conseguir baixar sem que a perna me apertasse. O pior era não poder brincar com os meus netos no chão — sentia que já não era eu. Tinha experimentado comprimidos, cremes, sessões de fisio... nada me durava. Estava tão cansada que já tinha pedido consulta para me olharem para operar. Encontrei isto por acaso e decidi dar-lhe uma última oportunidade antes de me meter num bloco operatório. Ainda bem que o fiz. Um mês depois cancelei a consulta. Estou no chão com os netos outra vez."

Antonio P.

✓ Verificada

"Surpreendentemente funcionou, e estou encantado! O melhor não foi só o alívio da dor — foi ter deixado de precisar de omeprazol. Três caixas de Aulin por mês durante seis anos tinham-me destroçado o estômago. Não confiava em nada, mas quando vi porque é que o gel funcionava onde mais nada tinha chegado, percebi o que tinha estado a fazer mal todo este tempo. Três meses depois não tomo nenhum comprimido. Só o gel, duas vezes por dia e estou como novo."

não esperes até ser tarde demais e precisares de cirurgia

Porque isto é o que acaba assim que o músculo solta o nervo:

 

- Acaba-se a dor infernal que te tem toda a tarde sem te poderes mexer

 

- Acaba-se ter de estar de manhã à espera para poderes apoiar o pé no chão.

 

- Acaba-se a picada pela perna cada vez que sais do carro.

 

- Acabam-se as noites a acordar às três da manhã pela dor.

 

- Acaba-se olhar para os netos a brincar do banco e sentir a impotência de não poder brincar com eles.

 

- Acaba-se renunciar a planos porque sabes que não vais aguentar a dor.

 

E acaba-se, sobretudo, a sensação de que já não és a mesma de dantes.

 

No entanto, enquanto esperas, o piriforme continua a apertar o nervo.

 

E cada mês que passa, o músculo endurece um pouco mais, até que ao fim não podes mais com a ciática, e acabas em cirurgia.

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¿Perguntas? 
Temos as respostas

 Já experimentei Voltarén Emulgel, Reumon Gel e outros cremes de farmácia. Em que se diferencia isto?

Os cremes de farmácia fazem o seu trabalho — mas à superfície.

Notas frescor, notas alívio uns minutos, e mais nada. 

 

Ficam na pele porque não estão formulados para penetrar até ao músculo profundo.

 

O piriforme — o músculo que aperta o nervo ciático — está debaixo do glúteo maior, escondido na profundidade da anca.

 

Nenhum creme de farmácia lhe chega. 

 

O Neuronex usa uma tecnologia transdérmica que atravessa as camadas da pele e liberta magnésio em grau terapêutico directamente onde está a pinça.

 

É uma diferença de via, não de intensidade. E é por isso que o efeito se mantém entre aplicações — não se evapora ao fim de meia hora.

Quando é que vou começar a notar a mudança?

Desde a primeira aplicação, em questão de horas, já notas como o músculo começa a relaxar e a dar o primeiro alívio. Embora as mudanças duradouras e significativas venham depois:

 

- Aos 3 dias o músculo começa a soltar-se a sério. Dormes de uma só vez pela primeira vez em meses. Levantas-te sem o pé preso ao chão.


- Aos 7 dias a mobilidade muda. Baixares-te, sentares-te, cruzares as pernas — coisas que antes calculavas, agora saem-te naturalmente.
 

- Aos 14 dias as pessoas que te veem todos os dias reparam. Que caminhas diferente. Que já não te agarras ao corrimão a sair do carro.

 

A nossa recomendação é aplicá-lo com constância pelo menos 3-4 semanas antes de tirares conclusões.

E se não me convencer, como funciona a garantia?

Serás una excepción — ya que +90% de nSerás uma excepção — já que +90% dos nossos clientes nota a mudança nas primeiras semanas.

 

Mas mesmo assim, tens 60 dias desde que recebes a encomenda para o experimentar com tranquilidade.

 

Se não notares a diferença — seja qual for o motivo, sem explicações — ligas ao apoio ao cliente, dizes-lhes, e tratam-te do reembolso íntegro ali mesmo. Fica feito.

Qual é exactamente a forma de aplicação?

Aplicá-lo a massajar dois minutos de manhã, dois minutos à noite. Nada mais.

 

Onde aplicá-lo: no meio do glúteo do lado que te dói, mesmo por cima de onde o glúteo se junta à coxa.

 

Aí está o piriforme — o músculo que aperta o nervo. Importante: não o apliques onde sentes a picada pela perna, mas sim onde nasce o problema.

 

Como:

 

- Aplica uma quantidade do tamanho de uma noz sobre a zona.

 

- Massaja com a ponta dos dedos em círculos, a pressionar com firmeza, durante dois minutos.

 

- Deixa absorver. Não é preciso cobrir a zona nem lavar as mãos.

Quando: ao acordar e ao deitar.

 

 Todos os dias, sem falhar nenhum.

Essa constância diária é o que vai soltando o piriforme camada a camada.